Patrimônio Histórico e Cultural


Patrimônio Histórico e Cultural


No intuito de valorizar e preservar sua história, Bragança Paulista, através da lei 1986 de 22 de novembro de 1984, instituiu o seu Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (CONDEPHAC). Entre outras funções, cabe ao Condephac definir política de defesa do patrimônio histórico, artístico e cultural da cidade e submeter a apreciação do Executivo a relação dos bens móveis e imóveis que, pelo seu valor cultural, mereçam a preservação por via do tombamento (ato que reconhece um bem, transformando-o em patrimônio oficial do município e impedindo que venha a  ser demolido, mutilado, destruído ou esquecido). O nome tombamento advém da Torre do Tombo, o arquivo público português, onde eram guardados e conservados documentos importantes

No total, em Bragança já são 26 tombados e mais de 50 em fase de tombamento. São eles:

 

Palácio Santo Agostinho ( Prefeitura)

Museu do Telefone

Museu Municipal Oswaldo Russomano

Teatro Carlos Gomes

Santa Casa de Misericórdia

Clube Literário e Recreativo

Cine Bragança

Matadouro Municipal

Preventório Imaculada Conceição

Parque Luiz Gonzaga da Silva Leme (Jardim Público)

Monumento aos Voluntários Bragantinos Mortos em Combate na Revolução de 1932

Igreja Nossa Senhora do Rosário

Igreja São José e Santa Terezinha

Capela de Santa Cruz dos Enforcados

Estação Ferroviária do Bairro do Curitibanos

Estação Ferroviária do Bairro do Guaripocaba

Casa do Conserveiro localizada no leito da Estrada de Ferro Bragantina

Grupo Escolar Dr. Jorge Tibiriçá

Escola Estadual José Guilherme

Imóveis da Rua Cel João Leme: nº 398;  nº 421 e nº 490 

Imóveis da Rua Teófilo Leme: nº 990 e nº 1135

Imóvel da Rua Coronel Leme, 176

Imóvel da Rua Dr Clemente Ferreira, 273

Imóvel da Praça Raul Leme, 316

Imóvel na Rua Dr. Cândido Rodrigues , 96

 

 

ÁGUA DA BIQUINHA

A água da biquinha constituiu-se num precioso patrimônio cultural da cidade. Tornou-se uma lenda. Dizia a tradição: “quem bebe d´água dessas fontes, não vai mais embora”. Essas fontes, por dois séculos, acompanharam a vida da cidade. Infelizmente algumas foram extintas nas últimas décadas.

Ficavam nos mais modestos recantos da cidade. A mais antiga e tradicional (chamada de Chafariz Vermelho), ficava na parte baixa da Travessa Riachuelo (perto do pontilhão da linha do trem que ali existiu). Esta biquinha foi soterrada na metade dos anos 50, quando do calçamento da então Avenida Circular (hoje Avenida Jose Gomes Rocha Leal). Outra biquinha havia na parte baixa da Rua da Liberdade, vinda da nascente encontrada na formação do loteamento Jardim Primavera (era a fonte mais bem cuidada e bonita). Havia também uma no final da Rua Jose Domingues e outra no final da Avenida Antonio Pires Pimentel (ambas no bairro do Taboão e, curiosamente, dentro de postos de gasolina). Havia ainda uma outra à beira da Variante do Taboão, defronte ao Lago; e outra no início da Avenida Eusébio Savaio ( Lavapés). Essas foram as mais famosas e conhecidas, as quais por vezes socorriam a população na falta de água encanada. Naquela época, os bares da cidade anunciavam: Café feito com água da fonte”.

 

CIDADE POESIA - ENTRE 7 COLINAS

Também, é patrimônio cultural seu cognome “Cidade Poesia”. Bragança Paulista situa-se entre 7 colinas. Em cada colina ergue-se uma igreja: Igreja São Francisco, no bairro de Santa Libânia; igreja Coração de Maria, na Vila Maria (bairro do Cruzeiro); igreja de Santa Terezinha, no bairro de Santa Terezinha; igreja de Nossa Sra. Aparecida, na Vila Aparecida; igreja de Santa Luzia, no bairro Santa Luzia; igreja de São José,  no Bairro São José e, por fim, a Igreja Sé Catedral e a Igreja do Rosário, no centro da cidade.

 

 



Data: 01/10/2014



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